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Acesso faz parte da entrega.

Desenhamos e revisamos interfaces contra o WCAG 2.2 AA. Isso é uma meta, não um certificado que entregamos.

Exclusão costuma parecer um atalho.

O controle é um div.

Parece um botão e não funciona pelo teclado.

O erro é só vermelho.

A cor carrega o estado, e o texto nunca diz o que falhou.

A varredura foi a auditoria.

Uma ferramenta automática passou, e uma pessoa com leitor de tela ainda não consegue terminar a tarefa.

O que uma revisão cobre.

Estrutura.

Marcos, títulos, nomes e ordem de foco.

Operação.

Caminhos por teclado, foco visível, tamanho de toque e erros ligados aos campos.

Prova.

Verificações automáticas mais uma passagem manual. A nota de uma ferramenta não é o resultado.

Como revisamos.

  1. Escolher a jornada.

    Uma tarefa que o cliente precisa concluir. Não cada pixel.

  2. Usar a interface sem o mouse.

    Teclado primeiro. Depois um leitor de tela no mesmo caminho.

  3. Corrigir a causa.

    Um componente consertado uma vez vale mais que uma lista de remendos por página.

Limites.

Sem certificado.

WCAG 2.2 AA é a barra para a qual desenhamos. Não certificamos um produto como conforme.

Este site não é o caso.

Nossas páginas são construídas para essa meta. Isso não é a afirmação de que uma auditoria externa as aprovou.

Perguntas que esperamos.

Uma varredura automática basta?

Não. Ela pega uma classe de falhas. Passagens por teclado e leitor de tela pegam outras.

Vocês colocam um widget por cima?

Não. Acesso está na marcação e na interação, não num painel acrescentado no fim.

Traga a restrição, não uma lista de ferramentas.

Dizemos o que entra no escopo, o que fica de fora e o que contaria como prova.

Engenharia de acessibilidade · Solid Solutions